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Resenhas: Um Desafio Realmente Desafiante Mês: Janeiro


Demorou mais saiu: Resenha do Mês de Janeiro. Mas ainda estou dentro do prazo.

Desafio: Ler um Livro de um autor europeu.








Editora: Bertrand Brasil
Autor: Marian Keyes
Ano: 2009
Número de Páginas: 574
Skoob




"Por incrível que pareça, a missão teve sucesso e Ashiling se retirou para o banheiro, onde ficou de pé dentro da banheira, as pernas pinicando sob o efeito daquela nojenta melequeira branca enquanto esperava os pêlos se derreterem. Suspirou. Às vezes é duro ser mulher." - Página 283

Esse é o terceiro livro da Marian que leio e o primeiro que resenho. Verdade seja dita tenho muita dificuldade em resenhas os livros da Marian, porque sempre amo e não consigo achar nenhunzinho defeito. E fico cismada, pois um monte de gente não gosta do livros dela, acham parados e depressivos demais. Mas sou #TeamMarian.

Em “Sushi” a leitura flui amigavelmente bem, é impossível não grudar no livro. As primeiras cenas já te arrancam umas risadas. O livro conta a história de 3 mulheres, Lisa a editora super bem sucedida de uma revista de moda, Ashling uma mulher de quase 30 anos que leva uma vida pela metade e Clodagh de onde saiu esse nome Deus? uma mulher linda, bem casada e com dois filhos.

O Livro vai contar a reviravolta na vida das três personagens e como as aparências nunca são aquilo que parecem. Lisa é mais turrona e a mais bem sucedida das três. Trabalhou muito e derrubou muita gente para ter ser cargo de editora chefe da revista mais popular de Londres, e está esperando uma super promoção para a revista de Nova York, mas digamos que a promoção foi para um caminho um pouco diferente, ela acabou sendo promovida para a Irlanda, para começar uma revista do nada chamada Garota, e que vai ter uma tiragem beeeeem menor. Ou seja, infelicidade a caminho. E para completar seu marido acabou de largá-la sobre a acusação de que ela só pensava no trabalho.

Ashiling, tem um passado turbulento com uma mãe que tinha depressão, e isso a tornou a “quebra-galhos” de todo mundo! Ela trabalha em uma revistinha na Irlanda fazendo o trabalho todo e ganhando nada em troca, mora em um apartamento seu, sua única conquista e saiu de um relacionamento de anos, onde o cara não queria não queria se casar nem sobre tortura. Ela acaba demitia, por conta de um artigo que escreveu, e acaba indo parar como editora assistente de Lisa, e trabalhando finalmente em um emprego dos sonhos. Começa um namoro e parece que as coisas finalmente começam a dar certo... Nem sempre o que parece é...

E depois temos Chodagh, que só o nome é feio, a mulher é linda, tem um marido lindo e filhos lindos, vive para sua família, faz reformas, cozinha e gasta uma grana com roupas, mas passa longe de ser feliz. Se sente rejeitada e inútil, começa a desenvolver uma inveja da vida de Ashiling.

Lisa, vai achar um equilíbrio para sua vida, mesmo tendo que sofrer muito, ela era muito estilo bitch, mas no fim eu gostei dela, e quando ela tem um ataque de nervos por conta do divorcio eu só pude compartilhar minhas forças com ela. Ashiling vai descobrir que as vezes o que parece não é, mas no final eu fiquei de queixo caído... Ela teve um final digno de conto de fadas! E Chodagh, bom ela se revelou e não vou dizer como, só que as partes menos legais eram as que ela estava presente. Afoguem ela em uma banheira!

De longe detestei Chodagh, amei Ashiling e me simpatizei com a Lisa. Na verdade o livro mostra a transformação de ambas, e é impossível não se divertir, sofrer e suspirar. Estou em uma vibe de amar Chick-lit, então se você quer uma indicação, não pode deixar ele de fora. Sem contar que a Marian escreveu um daqueles livros que te movem, por exemplo: se alguma personagem ficava brava, eu ficava brava, se sofria eu sofria junto entendem? Tive um mistura de muitas emoções enquanto lia Sushi.

E o final? Bom o final foi surpreendente, com uma reviravolta bem no finalzinho, as coisas saíram perfeitas para todas as personagens. Até mesmo para Clodagh Eca, que nome feio e chato de escrever!. E se o livro tivesse mais umas 200 páginas eu leria de boa. Só o peso que não ajuda muito.

Classificação: 5/5

Esse foi meu livro de janeiro. Como eu disse a Rafita, minha querida ia publicar a resenha del aqui também.











Editora: Lua de Papel
Autora: Emily Brontë
Ano: 2009
Número de páginas: 292
Skoob 

Sinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais belas de todos os tempos, O morro dos ventos uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas.

“ - Se tudo mais perecesse e ele ficasse , eu continuaria, mesmo assim, a existir; e, se tudo o mais ficasse e ele fosse aniquilado, o universo se tornaria para mim uma vastidão desconhecida a, que eu não teria sensação de pertencer”  Páginas 74/75

Resenha


De autoria de Emily Brontë, “ O Morro dos Ventos Uivantes” é sua única e valiosa obra que possui diversas edições e adaptações cinematográficas.

A estória acontece em Gimmerton, Inglaterra no século XXI e tem como protagonistas duas famílias que  vive em propriedades ricas e prósimas, os Earnshaw ( no Morro dos Ventos Uivantes) e os Linton (na Granja dos Tortos), tudo inicia quando o dono do Morro, Sr. Earnshaw, retorna de uma viagem trazendo consigo um menino que achara pelo caminho, resolve adotá-lo e batiza-o de Heathciff , que pasa então a viver na casa onde moravam também a esposa do seu “salvador” e seus filhos Catherine e Hindley.

Heathclif, apesas de ser protegido pelo Sr. Earnshaw não é muito bem vindo para os outros moradores da casa, a não ser pela mimada e geniosa Catherine que se torna sua amiga inseparavél a ponto de semearem uma paixão. Mas, a chegada de do doce e frágil Edgar Linton em suas vidas que logo conquista a antenção de Catherine e o ódio de Hethcliff dá inicio a um triângulo regado por escolhas que alimentarão o ódio, mágua e ânsia por vingança entre os personagens. E são esses sentimentos que regem todos os acontecimentos que conta com rumos inseperados por mim e possuí ainda outros personagens influetes como o velho Joseph caseiro do Morro, Isabella Linton irmã mais nova de Edgar, Nelly Dean a fiel covernata, narradora da história e minha personagem preferida, Lockwood que se apreseta apenas como ouvinte da trama e mais três personagens que são desenvolvidos no decorrer dos capítulos.

Considerado um clássico da literatura inglesa o livro está longe de ser um romance “romântico”, meloso e cheio de promessas de “felizes para sempre” e foi justamente isso que me conquistou pois,  com ódio e decepções das personagens a autora consegue passar que o amor pode ser difícil, tempestuoso e principalmente humano.

A leitura pode deixar com preguiça, aqueles que nunca tiveram contato com obras clássicas , mas basta um pouco de pasciência que logo você se ver introduzido e intrigado com os conflitos e temperamento das personagens. E o final para mim não foi arrebatador nem melodramático, foi simples e justo e me fez desejar que a autora ainda estivesse viva para produzir outros tesouros iguais ao Morro dos Ventos Uivantes.

“[...] - Não tenho um pingo de compaixão! Qunto mais os vermes se enroscam, mais me divirto em esmaga-lós!” Página 132


O Link do Pedro eu vou colocar AQUI, assim que ele me enviar!

E o desfio de fevereiro? Tudo pronto já. Boa Sorte!








Psiu!
Silêncio Que Todos estamos sendo desafiados! =)

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