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Resenha: Divergente
Veronica Roth









Editora: Rocco
Autor: Veronica Roth
Ano: 2013
Número de Páginas: 502
Skoob






"Dividiram-se em facções, para tentarem erradicar as características que viam como responsáveis pelas pertubações do mundo"

Aquela hora em que escrever uma resenha é algo realmente complicado!

Simplesmente porque Veronica Roth conseguiu criar um livro muito bacana e envolvente. E de certa forma você fica tão presa ao livro que OMG! O que seria tudo isso?

Vamos, lá?

Eu como sou eterna romântica... (Cof, Cof...) odeio essas sociedades onde existem estas diferenças de classes, e em uma Chicago futurista, a sociedade é dividida em 5 facções diferentes.


Quando o mundo acabou... Os que colocaram a culpa no egoísmo formaram a Abnegação, os que colocaram a culpa na duplicidade das pessoas formaram a Franqueza, os que colocaram a culpa na agressão formaram a Amizade, os que colocaram a culpa na falta de informação formaram a Erudição e os que colocaram a culpa na covardia das pessoas formaram a Audácia.

Só que todos têm a possibilidade de escolha de que em qual facção quer viver, assim que completar 16 anos, todos passam pela cerimonia onde escolhem se vão “trair” sua facção ou se vão continuar junto da família.

E é nesse cenário que conhecemos Beatrice, a garota não bonita, não corajosa, não nada. Eu diria que ela é uma personagem na média. E ela se encontra na eterna dúvida se continua em sua facção, ou se muda para outra, o problema é qual facção?

E quando os testes começam ela se vê com uma grande dificuldade, e em meio a uma difícil prova de escolhas, ela acaba obtendo seu resultado que é: Divergente! O grande e maior problema de todos é saber o que é uma divergente, uma vez que nunca ouviu falar sobre isso e acaba sendo instruída a ser discreta e não comentar sobre ninguém por conta do ocorrido. 

No dia da Cerimonia, onde tem que fazer sua escolha ela acaba decidindo ir para a Audácia e pronto... Sua vida está prestes a mudar para sempre, porque a partir de agora todo o mundo da Abnegação vai ser deixado para trás.

Durante seu treinamento, muita coisa acontece. Vemos uma menina que estava na média, se tornar corajosa, decidida e eu diria que visada. Ela consegue bem esconder alguns detalhes de ser divergente, mas aos poucos, começa a chamar atenção. Principalmente de seu treinador o particular e charmoso Seis.

Seis, acaba se transformando em um dos maiores enigmas de todo o livro. Eu confesso acabei me apaixonando pelo Seis. Ele é forte, bonitão, enigmático e perigoso. Não tem como não se apaixonar por ele.

Os amigos que Beatrice vai fazendo ao longo de sua estádia na Audácia, são muito bons também, a autora conseguiu criar personagens “de apoio” com muita personalidade sem roubar a atenção central de Beatrice. As histórias se completam, e por um momento Veronica Roth te faz acreditar que todo o mundo que ela criou e todos os personagens que ela inventou possam existir em algum lugar do universo.

Divergente, não é uma leitura suave, tem uma pegada de Jogos Vorazes(mas com personagens melhores – minha opinião), e uma leitura um tanto quanto cruel em alguns pontos. Nada é poupado, nem mesmo o detalhe cruel dos massacres que acontecem no livro. Prepare seu coração e sua mente... Porque uma escolha pode te transformar.

O livro terminou de uma forma...Eu preciso do próximo... Alías, me dá uma licença que eu vou ali na livraria chorar minha pobreza! Se alguém quiser me dar o livro de presente... #AmorEterno

Classificação: 5/5


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